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Para um bom ouvinte indie, costumado com um som intrigante, agradável e viciante, com uma pegada rock, country, pop, tenho um prazer de compartilhar uma paixão sonora com vocês. Neonfaith é um projeto indie eletrônico baseado em Queens NYC e ativo desde 2012. A banda é composta pela vocalista Megan Faye, Lay e Fef. O trio produz sons aventureiros misturando vários gêneros, Electronic, Trip Hop, Psychedelic e Synth Pop com vocais profundos. Os singles de Neonfaith lançados na internet incluem: Escape, Tied Together e Mercury, juntamente com Remix de Lana del Rey, Little Dragon e Duologue. Conheci a banda no youtube com a faixa "Escape" e desde então, vicio musical eterno. Faz parte da trilha sonora de um projeto lindo e psicótico que estou fazendo. 




Mais um ano chega ao fim e com ele mais uma lista de favoritos do ano aqui no Expresso Lunático. Se você conferiu a lista dos favoritos do ano passado, vai notar que essa lista tá bem maior, até porque acho que consumi bem mais coisa em 2016. Enfim, sem mais perda de tempo.


Taeyeon – WHY
Após se consolidar como artista solo ano passado devido a sua significativa fanbase, esse ano Taeyeon (SNSD) fez faixa pra coletânea STATION da SM, lançou parceria com Dean em seu EP de comeback e botou um pé em sua área de conforto e outro mais adiante na lead track Why. Além de ser eficiente pra mostrar o quão boa Taeyeon é nos vocais, Why também é uma ótima farofa, coisa que ela ainda não tinha feito com seus lançamentos anteriores. Além disso, duas versões do vídeo foram lançadas, a segunda versão fez com que as muitas performances feitas na TV coreana fizessem mais sentido. Enfim, adorei as duas.

METAFIVE - LUV U TOKIO
Esse foi um dos lançamentos japoneses mais legais do começo do ano, não falo apenas de Luv U Tokio, mas de META, título do álbum de estreia do Metafive, lançado em Janeiro. Na verdade a banda é um projeto que reúne músicos japoneses renomados (Yukihiro Takahashi, Keigo Oyamada, Yoshinori Sunahara, TOWA TEI, Gon massa Tomohiko, LEO Imai). O som do disco é bem eclético dentro de sua coerência com base no eletropop e as produções são impecáveis. Soube recentemente que eles lançaram um EP intitulado de METAHALF, mas ainda não encontrei na internet pra ouvir. É sempre bom conhecer músicos japoneses mais autênticos, a despeito o idol pop que domina o advertising no país. Apenas ouçam... 

SEKAI NO OWARI - HEY HO
Assim que vi os primeiros momentos do MV de Hey Ho lembrei um pouco da capa do segundo disco do Raconteurs. Falsas referencias a parte, a faixa fica ainda mais “bonita de se ouvir” com o MV. O pessoal do Sekai No Owari é de um selo japonês independente e está na estrada desde 2005.

Dalshabet – SOMEONE LIKE U
Seria essa a melhor coisa que o KPOP teve no começo do ano? Provavelmente sim. Seria essa a melhor produção do Brave Sound esse ano? Pelo que lembro, sim também. Em meio a boatos de disband que me deixaram preocupado, Dalshabet entrou 2016 com o pé direito, um pop básico (som meio 80s) super gostoso de ouvir, refrão grudento, coreografia icônica e sempre que ouço Serri cantando suas linhas rezo pra agencia debutar ela solo – com algo que preste, claro, porque to super decepcionado com o debut da Solar (MAMAMOO) que teve esse ano –.

MAMAMOO – WOO HOO
Por falar em MAMAMOO, eu não poderia deixar Woo Hoo de fora dessa lista. Desde o começo do ano o grupo tem lançado coisas que tão construindo uma estética muito particular pro grupo, tanto no som quanto na imagem (tipo o que Red Velvet vem fazendo sem errar até o momento) espero que não desande ano que vem. Woo Hoo é uma faixa bem leve e gostosa de ouvir. O MV não é superproduzido, porém é coerente com toda a vibe do lançamento. Sem dúvida, é prova viva de que menos é pode ser mais no KPOP de 2016.

Namie Amuto – MINT
Mais linda que nunca, Namie Amuro voltou com Mint em Maio desse ano. O single deixou todo mundo feliz pela possibilidade de um disco novo..... mas não rolou. O problema é que quando você chega no nível de Namie você simplesmente não é mais obrigada a nada peloamordedeus essa molier nem divulga os disco e ainda vende nós ainda ama nós quer esse robô pra nós kdkncjbadsvkjsbvjkf. Fazer o quê, só resta esperar ela ficar de bom humor e querer destruir o Japão com mais o disco incrível. #genic #feel

Luna - FREE SOMEBODY
Ser solista no KPOP não é pra todo mundo, infelizmente, Luna do F(x) não obteve tantos ganhos com seu debut solo, mas Free Somebody é um dance pop ótimo que merecia muito mais atenção; com certeza Luna não é uma das prioridades de sua agencia (ao menos não no momento). Não bastasse isso, o MV é dos mais interessantes desse ano.

Stellar – STING
Sting é sem dúvida a obra prima de Stellar. Em lançamentos anteriores dá pra perceber que uma das coisas mais legais do grupo é fazer vídeos sensuais e com subtexto beeem ácido e acho que isso chegou ao ápice com Sting. – a despeito do comeback posterior (Cry) ter deixado pra trás esse aspecto que aprendi a gostar nelas –. Mais boatos de disband cercaram o grupo esse ano, mas espero que não aconteça. O vídeo foi feito em algumas versões: normal, dance version e 360º graus. Ambas são belíssimas.

Daoko - BANG!
Depois de ShibuyaK, ano passado, tivemos bastante coisa da Daoko ao longo de 2016. O que mais gostei foi Bang. Disse pra mim mesmo que a única coisa japonesa com treco vocaloid que eu iria gostar seria Kyary Pamyu Pamyu, mas não rolou, eu simplesmente não consigo não gostar da Daoko.

TeddyLoid – DAIKIRAI「ダイキライ」feat. ChanMina
Não tenho ideia de qual foi o percurso que me fez chegar até a colaboração do TeddyLoid com a ChanMina, só lembro que eu estava pelo Youtube e comecei a ver esse vídeo. Mina é bem jovem (acho que 18 ou 19 anos) e não tem uma carreira longa, pouca coisa no Youtube, TeddyLoid por outro lado já é experiente, esse ano ele lançou uma colaboração com a Daoko também. O caso é que conheci Daikirai esse ano e gostei muito.

Jun Hyo Seong – FIND ME
Das coisas que mais ouvi no repeat esse ano, não sabia nem quem era Jun Hyo Seong. Find Me é pop básico, farofa, umas coisas específicas na produção pra poder ficar na memória (o sonzinho da flauta e som repetido entre os versos), um gesto de mãos na coreo e pronto: ela funciona.

Red Velvet – RUSSIAN ROULETTE
Considerando o sucesso de Red Velvet, é certo que seus comebacks estão entre os mais aguardados e, a despeito de uma faixa mais morna no início do ano, o grupo voltou com força total com Russian Roulette. Embora eu tenha amado, a faixa não me pegou de primeira. O MV é incrível e deu pra musica a força que lhe faltava. O conceito do vídeo são slapstick comedies; sabe aquelas travessuras politicamente incorretas de Tom e Jerry e afins? Então. As moças começam no bullying e terminam tentando matar umas as outras OMG. Ainda não sei o motivo de Yeri não ter performado junto com as outras nos lives mais recentes. 


Alesso feat. Jolin Tsai – I WANNA KNOW
Ok, esse não é de fato um trabalho que signifique disco novo pra Jolin Tsai, mas é que já to com muita saudade de coisa nova da Taiwanesa (fiquei com mais vontade ainda desde de SISTAR com I Like That). Muitos de vocês devem conhecer I Wanna Know, a versão mais famosa tem os vocais tem participação Nico & Vinz. Porém, a versão com Jolin foi lançada oficialmente um tempinho depois e tem até um videoclipe simples. Nem preciso dizer que prefiro a versão com a Jolin, né. Além disso, está entre meus lançamentos favoritos desse ano.

Blackpink – BOOMBAYAH&WHISTLE
Mas é claro que eu não poderia ignorar o debut de Blackpink, o novo grupo da YG Entertainment que simplesmente dominou a Coreia e já está entre os gigantes (até porque alguém teria de tomar o lugar deixado pelo disband de 2ne1, né?). No começo do ano o canal das meninas estreou com alguns vídeos de ensaio que mostravam o quão boas performers elas são (sério). Confesso que de primeira meio que torci o nariz, depois viciei. Até agora a YG tá lançando double A-Sides, o primeiro single doi Square One que consiste nas faixas Boombayah e Whistle, o segundo, Square Two que aconteceu já na ultima parte do ano do ano Playing With Fire e Stay. Logo abaixo, o debut delas.

Fei – FANTASY
Mais uma que assim como Luna, não recebeu a atenção que merece. O debut solo de Fei (miss A) não me causou muito impacto, até que revi algumas vezes até entender o conceito do vídeo e passei a gostar. A faixa é leve, sutil e sexy. O conceito foi muito bem feito, mostrando como um fã objetifica as idols. Achei corajoso, digno e bem inteligente, claro que foi flop). Fazer o quê né? Mas sim, está entre meus favoritos. Aleém disso, o bambolê, principalmente nas performances ao vivo, é pra ficar na lembrança.

AOA – GOOD LUCK
Canalizando o hate por causa de uma polêmica com os mamilos da Jimin numa versão excluída do mv, Good Luck veio na forma de um videoclipe bem meia boca, mas a música é ótima e me viciou esse ano. As linhas cantadas por Jimin, sempre memoráveis. Acho que dá pra dizer que AOA está entre meus fav de 2016 sim.

Utada Hikaru - Hanataba wo kimi ni 花束を君に 
Em 2016 o Japão comemorou o retorno de Hikaru Utada, desde 2008 a consagrada cantora não lançava um álbum de inéditas no Japão. O resultado foi Fantôme. A faixa Hanataba wo kimi ni ganhou um MV bem intimista em versão 360º.

Jessica – FLY feat. Fabolous
Com a saída de Jessica do SNSD ano passado todos que acompanham o grupo estavam ansiosos para seu debut solo. O que finalmente aconteceu com o lançamento de Fly. Embora a faixa não seja incrível, Jessica entregou um MV lindo e com personalidade, explorando principalmente a persona que a mídia coreana criou pra ela: a Ice Princess. Lembrando que Jessica já fez comeback agora em Dezembro com Wonderland.

4Minute – HATE
Por falar em hate, pouco antes de recebermos a triste notícia do disband de 4Minute, tivemos o lançamento de Hate. A faixa é produzida por Skrillex e detestei quando saiu, pra mim parecia muita coisa combinada no som e que, embora fosse interessante, não iria funcionar. “Isso vai tocar na rádio, gente?”. No fim das contas, Hate foi uma das minhas favoritas do ano. #DescanseEmPaz4MINUTE

HyunA – HOW’S THIS?
O ano é 2054, nos Estados Unidos a maior parte das cantoras pop americanas não querem mais fazer farofa e os farofeiros do mundo todo precisam suprir suas necessidades e passam a buscar isso na Coreia do Sul. O monopólio do pop está nas mãos da capital Seoul. Ok, essa história acabei de inventar, mais isso foi o que senti quando ouvi o batida de How’s This?, Cara, que saudade de uma farofa boa! O comeback de HyunA aconteceu pouco tempo depois do anúncio do disband de 4Minute e do buzz causado pelo fato de a Cube Entertainment ter recontratado apenas HyunA. O vídeo é ok, o som é forte e viciante do tipo de pop que vai te deixar eufórico por um tempo, mas depois você enjoa. A despeito disso, How’s This? é excelente e é um dos pontos altos do KPOP esse ano. Particularmente achei o EP Awesome bem melhor que o último.

I.O.I. – VERY VERY VERY
Na despedida do grupo formado pelo reality Produce 101, as meninas do I.O.I. lançaram seu melhor single até o momento. Sem exageros, fofinhas e simples, com música grudenta e coreografia fácil que vai ficar pra sempre na memória de quem acompanhou sua curta carreira de um ano. O que resta a todos nós é esperar pra saber pra onde as 11 meninas serão mandadas, quem vai ficar na geladeira, quem vai ser demitida, quem vai debutar em um novo grupo, etc etc etc e tal. Vamos curtir a despedida delas.
 




Sofi Tukker é um duo formado pela alemã Sophie Hawley-Weid e pelo ex-jogador de basquete Tucker Halpern. "Daí o nome da dupla, SOFI ( Sophie) TUKKER (Tucker)". Os dois moram em Nova York. Sophie ama tanto o nosso país, sua música e cultura, que se considera brasileira. Ela diz amar o fato de a música "pulsar" em todo o lugar por aqui. 





O som deles mistura música eletrônica com ritmos latinos, por conta da paixão de Sophie pelos nossos ritmos, além dos ritmos africanos. Sua canção Drinkee do EP Soft Animals foi indicado para um Grammy 2017 para Melhor Gravação de Dança. Drinkee é adaptado de do poema "Relógio" escrito pelo poeta brasileiro, Chacal, cantado sensualmente entre cowbells, bongos, guitarras elétricas e graves de condução profunda. A banda foi super elogiada pelos críticos de música e por revistas de moda, pelo seu estilo de nos apresentar as músicas. 





Facilmente se nota a paixão da Sophie pelo Brasil, com algumas musicas em português e pela Africa com batidas fortes sincronizados. O duo é uma ótima alternativa de trilha sonora para um social com os amigos no fim de semana em casa quando os pais decidem passar dois dias fora. Ok, não estamos em um filme americano, mas a dica está lançada. ;) 



O Clipe de Drinkee é dirigido por Sam Mason, fotografia linda por Matt Daniels e produzido por Macha Tsarenkov. 


Recentemente fizeram uma participação legal na COLORS, que é uma revista de música digital focada em shows ao vivo, entrevistas e o melhor do hip hop, soul, pop e música indie.




St. South é o projeto de indie eletrônico da jovem cantora e compositora Olivia Gavranich. Suas músicas são delicadas e relaxantes com uma batida muitas vezes forte e marcante. St. South é o apelido de Olivia Gavranich. 




Em agosto de 2012, Olivia entrou no Bon Iver Stems Project, e ganhou sua categoria com sua canção "We Washed Texas". O remix foi lançado oficialmente no exclusivo álbum de Bon Iver's Stems Project, pela gravadora Jagjaguar.







'Got Me' é uma mistura maravilhosa de melodia de mensagens com conexões tênues que conta com historias de relacionamentos e seus caminhos separados. Banhado com produção eletrônica, o vocal de Olivia toma o centro do palco, e juntos vira algo tão lindo e alegra a alma de uma forma extraordinária.





FEMM (Far East Mention Mannequins) é um duo japonês de música eletrônica composto por RiRi e LuLa.

O duo trabalha com um conceito fabricado e industrial de sua própria música: além dos vocais distorcidos por edição eletrônica, as artistas personificam manequins. Seus vídeos usam a ideia de gêmeas manequins desde o álbum de estreia FEMM-Isation, em 2014. Enquanto 2015 foi um ano morno pras duas, elas voltaram em 2016 muito bem com POW e continuam seguindo com lançamentos bem legais. Além disso, é interessante como o trabalho de baixo orçamento delas sempre resulta em vídeos bem interessantes de se ver. Logo abaixo, seus lançamentos desse ano até o momento.





No canal oficial delas você pode conferir os vários vídeos do primeiro álbum delas.



Vamos falar de música boa, voz masculina suave e uma tonalidade de melancolia. É a banda favorita da viagem constate de ônibus publico do professor "em crise" da história "O Homem que fugiu pra lua" e claro, uma das minhas bandas favoritas do momento. Enfim, estamos falando da banda Old Man Canyon.


A banda indie folk emergiu na cena alternativa no início de 2012. O EP de estreia, "Phantoms & Friends" ganhou elogios de AudioTree, a sua abordagem autêntica à criação musical coloca pensamentos comoventes e contemporâneos. A vontade de quebrar as regras folclóricas contribui para essa autenticidade. Pace (vocalista) começou "Delirium" na solidão de seu porão, gravando todos os instrumentos em um pequeno estúdio. Ele acabou com mais de 300 canções.


"O processo de gravação às vezes é solitário, mas o que a solidão fornece também: é muito libertador. Eu posso criar tudo sozinho e como eu quero"



Enquanto "Phantoms & Friends" está enraizada em um som folk-pop, comparável a bandas como Chet Faker e Fleet Foxes. Delirum é uma evolução em estilo e gênero, trazendo novos elementos que são um destaque a parte aos shows ao vivo.



 "Meu processo e interesses de escrita mudaram completamente. Por isso, inevitavelmente, a dinâmica e energia das músicas mudaram."


Pace envolve vocais em falsete e ruídos em "Sugar City", mas alivia o ambiente com uma corrente de funk em "Always Love". "Back to the start" é o novo vicio musical das paradas e claro, não só esta canção, como o álbum inteiro não para no meu celular.

*E para fechar o ano com os melhores dos melhores deste ano, que tanto causou e aconteceu, eu "Vika" fiquei encarregada de organizar um top5 dos melhores albúns do ano. Como já foi dito, selecionar 5 albúns que representem tão bem tantos artistas que conheci este ano, é uma tarefa muito dificil. Então, escolhi os albúns que eu mais ouvi e que se assemelham com a sonoridade que tanto curti este ano.

5. Zella Day - Kicker


Sabe quando você olha um artista, aquela foto linda e bem criativa e descobre que esse alguem é um cantor, então você ouve já sabendo que vai amar? Pois é, isso foi o que aconteceu entre Zella Day e eu. Amor a primeira vista. O Albúm Kicker foi lançado mundialmente 29 de junho de 2015, e é o seu primeiro albúm e muito bom de ouvir. O single Hypnotic explodiu quando tocou a primeira vez na série The Vampire Diaries e desde então não sai das rádios. No Brasil, ela ainda não é nenhuma Lana Del Rey, mas garanto, que seu trabalho é tão bom quanto.




4.  Oh Wonder

 Bem, o que dizer desse duo formado por Anthony e Josephine? Eles são lindos, e suas músicas são um vício. Conheci a banda esse ano e já me apaixonei, tanto pelas músicas do seu albúm de estréia, como pelos clipes fofos deles. Clássico o som deles como indie alternativo, um pouco folk. As músicas costumam falar de amor, solidão e amizade. Oh Wonder é daquelas bandas que você ouve querendo abraçar o que tiver ao seu lado, deixa seu dia uma maravilha.






3. Maglore - III



Não tem banda melhor para representar o que ouvi de nacional do que os bahianos da Maglore. Eu os classifico como Indie/Folk, e tem uma pegada muito boa e as letras melhores ainda. E não tem como não notar os toques da cultura deles nas letras e melodias. O Albúm III, assim como já dar pra notar, é o terceiro albúm de carreira deles, e meu desejo para ano que vem é ir num show deles, já podem aparecer por aqui, please. 





2. Of Monsters and Men - Beneath the skin



Uma coisa é certa, amo essa banda de coração, e esse amor vem desde seu primeiro trabalho sonoro. A banda folk-pop/Indie lançou seu segundo albúm em julho deste ano e foi sucesso .já na primeira semana, ganhando a nota 3 na Billboard 200, vendendo mais de 61,000 cópias e teve críticas positivas vindo dos sabe-tudo da música. E não tem como não amar os clipes da banda, todos muito criativos e bem produzidos. Então, nada mais justo que a medalha de prata seja dessa banda do meu coração.






1. Marina and the Diamonds - FROOT



E em primeiríssimo lugar com todo o charme e sonoridade, Marina, minha cantora predileta dos últimos tempos. E quem conhece o trabalho da Marina, sabe que ela se transforma a cada trabalho que lança. E nesse albúm ela ta com uma pegada forte de anos 80, com um cabelo lindo e invejável, looks cheios de gliters, frutas como acessórios, uma mistura de sereia e outras drogas. Esse ano ouvi muito o albúm Froot que foi muito bem aceito pelos fãs, assim como eu!   



Com o final desse ano, "como já dito", foi decidido fazer um #top5 dos melhores albuns de 2015. É uma tarefa muito dificil, principalmente para alguem que ouve muitas coisas todos os dias. E com muita dor no coração, e com a consciência um pouco pesada por deixar muita gente boa de fora, decidi fazer meu top5 que representasse um pouco tudo que ouço. "Que dificuldade, volto a dizer".

5. Scalene - Éter



Meu quinto lugar é a banda de rock de Brasilia Scalene, que vem conquistando cada vez mais espaço no cenário musical do Brasil. A banda tras elementos de diversas vertendes do rock e as combinando com uma pitada de experimentalismo, criando assim sua identidade forte e viciante. Seu album que vem sendo bem elogiado pela critica e fãs de rock "Éter" dar entrada ao meu top5 de albuns do ano e representa muito bem outros artitas nacionais que tanto ouvi esse ano!


4. Odesza – In Return (Deluxe Edition)


O duo "Odesza" é tudo que eu gosto num som indie eletronico. E o EP "In Return" está no meu top5 com todo o orgulho, e tem uma pegada psicodélica e com batidas hamoniozas que tanto te relaxa como te anima por completo. Sabe aqueles filmes alternativos que tem boas trilhas sonoras que você faz de tudo para descobrir quem está cantando? Pois bem, Odesza é desse tipo, você vai ouvir e não vai mais querer parar. 


3. MS MR – Painted 





A dupla misteriosa de Nova Iorque que tanto amo, conhecido pelo nome de "MS MR" é um projeto relativamente jovem que é formado pela dupla Elizabeth ou "Lizzy" com "y" como ela mesma se chama, uma pessoa que não é uma estranha para o mundo da música., pois a sua gravadora Neon Gold lançou músicas de Passion Pit, Ellie Goulding e Marina & The Diamonds (LOVEEEEEEE). O outro lado da dupla é Alexandre ou como ele é mais conhecido "Max". E juntos, fazem um som muito, mas muito bom mesmo. Sigo a dupla desde o inicio, e nesse ano, eles nos presentearam com o album Painted. E o que dizer sobre esse album? Bem, muito simples: VICIO ETERNO!



2. Børns – Dopamine

Se você gosta de um pop pscicodélico, então Borns é a voz certa. E minha medalha de prata está muito bem representada. O album Dopamine lançado em 16 de outubro de 2015 pela Universal Music foi recebido com aclamação pelos criticos de música e ficou com a nota 80 de 100. Garrett Borns é um cantor (sim é um boy, e demorei muito para ter essa certeza, rsrs) e multi-instrumentista influenciado pelos estilos pop eletrônico, rock e o folk dos anos 80. Desde a primeira vez que ouvi o som do cara, já virei fã. E nada mais correto, do que Borns representar a medalha de prata dos melhores de 2015.



1. The Dø – Shake Shook Shaken (Deluxe Version)

O duo que ganhou o troveu do melhor do ano de 2015 vai para ninguem menos do que a The Do, com um relançamento. Então, deixa eu explicar porque amar tanto esses dois. Começando pela origem. The Dø é um duo formado em Paris em 2005, formado pela cantora franco-finlandesa Olivia Merilahti e pelo multi-instrumentista Dan Levy. Versáteis, seu som passeia pelo folk, indie pop, rock, hip-hop e eletrônico com a maior naturalidade. Até ai, já dar pra notar o quanto eles são "fodas". Seu primeiro álbum, a mouthful, foi lançado em 2008. O disco chegou ao topo das paradas francesas já na primeira semana, tornando-os o primeiro grupo francês a atingir esse posto cantando em inglês. O segundo disco veio em 2011, Both Ways Open Jaws. O album Shake Shook Shaken foi lançado em 2014, mas foi relançado em 2015 com cinco novas faixas. E se me perguntar qual a melhor faixa, eu confesso, todas!



Concluindo, tivemos um ano muito bom, quando se trata de musica. Então, essa foi minha dificil tarefa em organizar em um top 5 os melhores do ano. Espero que tenham gostado. E compartilhe conosco seu top5 do ano!
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Sábado (05/12) rolou o "Porão do Rock" edição 2015 em Brasilia. E adivinha quem esteve por lá? Eu. Alem das diversas atrações que rolou por lá, fui principalmente para o show da banda Scalene. A banda formada em 2009, em Brasilia. É composta por Gustavo Bertoni (guitarrae vocal), Tomás Bertoni (Guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe Makako (Bateria e vocal). Com influências de Queens of Stone Age, Radiohead, O’Brother e Thrice, o quarteto logo chamou atenção por fazer parte do line-up de festivais relevantes, como o Lollapalooza Brasil e o South by Southwest (SXSW), em Austin, Texas, EUA. Recentemente, a banda foi finalista do reality show musical SuperStar, da TV Globo, que por sinal nunca assisti, por causa do horario. Nunca lembro. As vezes estou ocupado assistindo series ou filmes. Ou até dormindo. Pra quem não sabe, o programa passa aos domingos depois do Fantastico.


Como disse, a banda tem uma forte influencia rock e indie alternativo, e a primeira vez que vi a banda foi num comercial do programa da globo bem rapidinho e de cara curti o som dos caras, mas só fui mesmo pesquisar o trabalho deles quando foram ao programa "É de casa" tambem da Rede Globo. 



Conversamos com Tomás Bertoni, guitarrista da banda Scalene, para saber quais foram os discos que mudaram a sua vida das mais diversas formas. Leia!:

Sobre o ao vivo, tenho que informar a galera que gostam de curtir um show animado pulando e batendo cabelo, que a banda Scalene seguem a risco todos esses aspectos. Com um instrumental foda, e uma presença de palco forte, faz o publico pirar. Ah sobre "pirar", os cabas são "boa pinta" e fazem sucesso com as mulheres "e os homens" - p.s.: No porão do rock ouvi muitos gritos de "Gostosos"de homens do que de mulheres. Elas estavam curtindo o show batendo cabelo e comportadas. Hahaha


Concluindo, o show foi "massa", a banda é boa. E espero poder ter a oportunidade de ir em mais outros shows deles. P.s.: Ainda tenho uma lista de bandas de rock nacionais que ainda não tive a oportunidade de ir ¬_¬' mas espero pacientemente que essa oportunidade apareça. hahaha 

Banda Scalene since 2009:

Vocês podem ouvir o trabalho da banda na conta deles no Spotify, clique aqui.

Nada melhor do que poder fechar os olhos para sentir algo, correto? Então, por ter um vasto cervo de bandas, decidi fazer um top 4 de bandas que você pode está fechando os olhos para curtir. E garanto a vocês, que foi bem dificil escolher das varias, as que vocês poderiam curtir bastante. Tem banda super nova, como banda com um pouco mais tempo na midia. Tem nacional. Tem Mexicano. Tem de tudo. Espero que vocês curtam mesmo esse top, e não esqueça de compartilhar sobre o que mais gostou.

Maglore


É uma banda de rock alternatico e MPB de Salvador, Bahia. Formada em 2009 por Teago Oliveira, Rodrigo Damati e Felipe Dieder. Seu primeiro disco lançado em 2011 foi considerado revelação do ano pelo jornal O Globo. Em 2013, lançou o seu segundo album, denominado "Vamos pra rua", com participações dos cantores Carlinhos Brown e Wado. O som dos cara é tão bom, tão bom, cheios de batidas de tambos, que chega fazer você sonahr acordado. Então, feche bem os olhos, e começa curtindo a musica Mantra.







Crystal Fighters


O som folk eletronico londrino da banda Crystal Fighters é literalmente magico. Como explicar melhor? Só fechando bem os olhos e curtindo não uma ou duas musicas, mas sim, todas elas.






Christopher Von Uckermann


Conheci esse cara um dia desses. -_- Bem, mentira. Uckermann, um ex-RBD, decidiu compartilhar que realmente gosta de musica e que pode fazer isso sem muito figurino tematico e coleografia combinada. Hahaha O cantor mexicano decidiu tambem seguir carreira musical depois de um tempo após o termino da banda teen RBD acabar. E sim, o seu som é bem legal. Se você é do tipo "preconceito" por ele ter feito parte da banda RBD, te aconcelho fechar os olhos e curtir o som desse cara. Muito diferente do pop da banda. Uckermann aposto por algo mais indie, ou pop indie bem dito. E se você é fã de espanhol, pois pode comemorar, ele não apostou no ingles. Seguiu as origens e canta sim em espanhol.



Aurora


A loirinha norueguesa dona do som electropop é uma dessas que você jamais esquece. Tipo, se ouvir o som dela em algum lugar, você vai pensar, "pera, essa voz é familiar". A cantora tem uma voz muito peculiar e marcante. É suave. É agudo. É legal. E se fechar os olhos por um breve momento, logo estará em uma lembrança sem nem perceber. "A idade não passa d eum numero", bem a cantora tem apenas 18 aninhos e já está esbanjando talento por todos os lados. Até a diva pop Katy Perry curti o som dela, a mencionando num tweet, gerando assim uma explosão de curiosidades das pessoas.






IYES


É um duo formado por Brighton Josh Christopher e Melis Soyaslanova são praticamente bebês no mundo da musica, assim dito. O primeiro hit lançado em novembro do ano passado foi tão aclamado e compartilhado entre os blogueiros, que logo o duo chamou atenção dos demais. Espalhando assim sua musica para o mundo. Mas como disse, eles são super novos, então, é bem provavel que você nunca nem tenha ouvido falar deles e muito menos visto eles por ai. Mas garanto a vocês, o som deles é tão bom, com voz masculina bem afinado pra quem curte, como tem voz feminina tambem. Com batidas eletronicas pra lá de modernas, faz você imediatamente fechar os olhos e se imaginar em uma rave no meio do nada, sem pensar na crise, sem pensar nos problemas e nem em nada. Só curtir.



Você é fã da banda Strokes? Gosta de todas as músicas? Então, se ligue nisso. Artistas brasileiros independentes se unem num projeto em homenagem aos Strokes. Esse projeto foi batizado de “Is This Indie?” (em referência ao primeiro álbum da banda de Nova York, o “Is This It?”).



Uma das faixas do CD ficou com a Banda UÓ. Os caras regravaram “Last Nite” dos Strokes com o nome “Rosa” e fizeram até clipe. Assiste aí!


A ideia da coletânea organizada pelo Rock ‘n’ Beats é mostrar através das bandas brasileiras como os Strokes vêm influenciando, nos últimos dez anos, muitos artistas.
Todas as músicas serão divulgadas quando The Strokes vierem ao Brasil para tocar no Planeta Terra em São Paulo, em novembro. Não ficou sensacional? Logo a baixo, vocês podem ouvir todas as músicas e escolher qual é a mais foda.


A tracklist:

“Is This It” – Volver 
“The Modern Age” – Vivendo do Ócio 
“Soma” – João e Os Poetas de Cabelo Solto 
“Barely Legal” – Cícero 
“Someday” – Sabonetes 
“Alone, Together” – Pública 
“Last Nite” – Vespas Mandarinas 
“Hard to Explain” – Volantes 
“New York City Cops” – R Sigma 
“Trying Your Luck” – Suéteres 
“Take It or Leave It” – Charme Chulo 
“When It Started” – Jennifer Lo-Fi 

Eis que nesta tarde tediosa de quarta feira algo de bom acontece: conhecer o som da banda PANAMA, que não tem uma biografia em lugar nenhum desse mundinho virtual. Tudo o que sei é que os caras são de Sidney, Austrália  e que a banda é composta por Jarrah McCleary (vocais, guitarra ), Tom Marland ( teclado , guitarra ) e Tim Commandeur (bateria). O  que importa é a música de boa qualidade que os caras produzem.

Vamos ao que importa : Ouvir Música!








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BEYONCÉ adentrou o mercado fonográfico, no final do ano de 2013, com um disco conceitual. Temos uma mulher sexy, mas também, concordante a situação da artista, uma esposa e uma mãe, assim como encontramos um flerte com os contrastes entre a imagem da cantora pop construída pela mídia e o feminismo.
A sonoridade da artista sempre mostrou-se peculiar ante o que ocorre no mercado atualmente, um exemplo disso é I am...Sasha Fierce (2008), aclamado principalmente por Single Ladies. Independente da imagem que se construiu do trabalho, é um disco composto basicamente por canções lentas. O mesmo ocorreu no álbum 4 (de 2011) que, a despeito de Run the World, também é um disco com faixas lentas. Beyoncé é, antes de tudo, uma excelente intérprete de R&B, essa é a essência de sua sonoridade, logo não é se admirar que BEYONCÉ possua faixas minimalistas e menos apoteóticas. O que é uma surpresa para os que apenas conhecem a gata rebolante da TV. Mas esta é a diferença entre ouvir um artista e ouvir o rádio; duas personagens diferentes são construídas.




A voz de Pretty Hurts não se refere apenas às performistas do show business, mas também a todos que, de certa forma, escravizam-se em prol da aparência. Acabamos fazendo isso vez ou outra, às vezes para agradar a nós mesmos, às vezes para agradar ao outro. A mulher independente que está atuando no mercado de trabalho e busca o controle de sua vida é evocada em Hauted. Drunk In Love e Partition são exemplos da sensualidade e da sexualidade à flor da pele no disco. Em Jealous as dificuldades da relação a dois, do trabalho mútuo e a compreensão entre duas pessoas são postos às claras, assim como a insegurança que pode permear uma relação. Mine também faz isso, “I’m not feeling like myself since the baby.” e “ Stop making big deal about little things, cause I got big deal and I got little things.” Provavelmente a faixa que mais gosto.
Na última parte do disco temos Flawless que sampleia o discurso We All Should Be Feminists da escritora nigeriana Chimammanda Ngozi. Dentre os trechos retirados de seu discurso temos “Ensinamos as meninas a diminuírem umas as outras.”, “Tenho de tomar todas as decisões da minha vida tendo em mente que o casamento é o mais importante.” “Porque ensinamos as meninas a buscarem o casamento e não ensinamos aos garotos o mesmo?”, “Criamos as meninas para competir, não por empregos ou realizações, (...) mas pela atenção dos homens.” “Nos dizem: você tem de ser bem sucedida, mas não muito, senão os homens se sentirão desafiados.”
Em seu discurso BEYONCÉ expõe, à primeira vista, diversas mulheres, no entanto, tratando-se de um álbum conceitual, um fator comum precisa existir entre as faixas. O que temos é uma única mulher com todos os seus nuances e contrastes, a mãe, que também pode ser esposa, a mulher que pode ser provocante e não quer ser a culpada por ser vítima de desrespeito, a mulher que quer sentir-se livre para fazer o que quiser e está disposta a enfrentar as consequências injustas que encontrará pelo caminho. Em síntese, BEYONCÉ leva a interprete homônima a um novo nível artístico. Talvez seja por isso que o álbum foi tão aclamado pela crítica, já que o mercado da música pop atual carece de algo que soe verdadeiro e intimista.