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St. South é o projeto de indie eletrônico da jovem cantora e compositora Olivia Gavranich. Suas músicas são delicadas e relaxantes com uma batida muitas vezes forte e marcante. St. South é o apelido de Olivia Gavranich. 




Em agosto de 2012, Olivia entrou no Bon Iver Stems Project, e ganhou sua categoria com sua canção "We Washed Texas". O remix foi lançado oficialmente no exclusivo álbum de Bon Iver's Stems Project, pela gravadora Jagjaguar.







'Got Me' é uma mistura maravilhosa de melodia de mensagens com conexões tênues que conta com historias de relacionamentos e seus caminhos separados. Banhado com produção eletrônica, o vocal de Olivia toma o centro do palco, e juntos vira algo tão lindo e alegra a alma de uma forma extraordinária.






Jessi (primeira no canto superior esquerdo) a mais tretera de todas <3
UNPRETTY RAPSTAR é um reality show musical sul-coreano que estreou em 2015 no canal Mnet e busca criar um álbum/compilação de rappers mulheres. A competição ocorre da seguinte forma: no decorrer do programa, as participantes passam por provas que valem uma faixa no álbum, quanto mais provas a participante ganha, mais faixas ela vai ter no disco. O conceito do programa e de seu elenco tenta fazer oposição ao mundo das idols (tenta, né...). As vezes colocam idols entre as participantes e isso já causa murmúrio, pois no geral elas não são muito respeitadas no mundo do rap coreano (qualquer coisa pra criar buzz em reality ta valendo rs).

SEASON 2 (primeira prova: gravar um videoclipe em plano sequência)

Como todo bom reality show, há muita manipulação, tretas, construção de vilões, etc. (sério, primeira temporada, melhores brigas rs). Atualmente o programa está em sua 3ª temporada. Com o impulso que o programa representa pra imagem das participantes, muitas delas lançam singles, MVs, EPs, etc e adorei vários deles. Então essa é uma seleção dos meus lançamentos favoritos das participantes de UNPRETTY RAPSTAR.


Yezi (de perfil, canto superior direito) minha fav da Season 2.

YEZI (season 2) – CIDER 

KISUM, LIL CHAM, JACE, BORA, ADOONGA (season 1) – FEEDBACK


JESSI (season 1) – SSENUNNI 


CHEETAH (season 1) – MY NUMBER 


HEIZE (season 2) (part. Dean, DJ Friz) – AND JULY 


JIMIN (season 1) – PUSS 


YEZI, GILME, KITTIB, AHN SOO-MIN (season 2) – SSE SSE SSE 
FEMM (Far East Mention Mannequins) é um duo japonês de música eletrônica composto por RiRi e LuLa.

O duo trabalha com um conceito fabricado e industrial de sua própria música: além dos vocais distorcidos por edição eletrônica, as artistas personificam manequins. Seus vídeos usam a ideia de gêmeas manequins desde o álbum de estreia FEMM-Isation, em 2014. Enquanto 2015 foi um ano morno pras duas, elas voltaram em 2016 muito bem com POW e continuam seguindo com lançamentos bem legais. Além disso, é interessante como o trabalho de baixo orçamento delas sempre resulta em vídeos bem interessantes de se ver. Logo abaixo, seus lançamentos desse ano até o momento.





No canal oficial delas você pode conferir os vários vídeos do primeiro álbum delas.
Dez músicas que a gente queria que vocês conhecessem.

01.LaVern Baker
Tweedle Dee
No Youtube, estava eu procurando por samples do disco Back to Basics (2006) e ouvindo umas coisas da Nina Simone, quando aparece um certo vídeo com o nome de um personagem de Leweis Carroll. Curioso, fui checar aí conheci essa música linda da Lavern Baker (de quem nunca tinha ouvido falar)!

02.Gullivera
A Raiz
Rock brasileiro bem legal. Pra mim, soou como Nirvana.

03.Maluca Mala
Lola
Acho Maluca uma artista um tanto peculiar, odeio alguns de seus trabalhos, outros deles amo muito. Dentre os que amo e não vou superar nunca está Lola. É legal conhecermos sim o trabalho de artistas verdadeiramente indies. Indie no sentido original da palavra; o independente. Que ainda não está encaixado numa cena específica e é alternativo por não se ajustar muito bem nos grandes festivais que a mídia de música classifica como indie para que possa ter mercado. Lola tem uma pegada bem feminista.

04.Love of Lesbian
Bajo el Volcán
Conheci por acaso na internet também. Gostei da música, da letra e do vídeo. Embora eu não tenha ido pesquisar muito sobre a banda, Bajo el Volcán sempre toca no meu fone de ouvido.

05.Hara
Choco Chip Cookie
Quando pensei em colocar Hara nessa mixtape, tentei lembrar como a conheci. Na verdade não tenho ideia. Acho que foi vasculhando o Youtube mesmo. Enfim, o vídeo é muito lindo e a música bem gostosinha, Hara é uma fofa.

06.Mikky Blanco
Haze Boogie Life
Uma palavra que define bem Mikky Blanco é, sem sombra de dúvida: precursor; por um fato simples: Mikky Blanco é uma drag que canta rap. O moço, ou moça como preferir, adentrou o mercado fonográfico em 2012. Blanco representa a comunidade gay no rap e espero que ele seja inspiração para muitas outras drags. E, ao contrário do que o Snoopy Dogg disse uma vez, gays podem sim fazer rap.
P.S. Mikky Blanco lançou disco mês passado, o vídeo de promoção, High School Never Ends, está épico.

07.Cláudia
Com Mais de 30
Muitos de vocês podem até achar que não conhecem Cláudia, mas na verdade se enganaram. Sua voz ficou famosa muitos dos jovens de hoje graças ao Marcelo D2 que sampleou a música Deixa. Lembram daquele refrão “Deixa, deixa, deixa eu dizer o que penso dessa viiiiida. Preciso demais desabafaaaar”? Então. É ela. Conheci a música Com Mais de 30 por indicação de alguém do twitter. Amei a letra!

08.Paloma Faith
Only Love Can Hurt Like This
Acompanhando a 5ª temporada do The Voice UK, conheci Paloma Faith, jurada do programa britânico. Não conheço quase nada de seu trabalho, mas conheci Only Love Can Hurt Like This e viciei.

09.MV Bill
Corrente
Do disco Causa e Efeito (2010). Viciei muito nesse disco e é um daqueles que gostaria que todo mundo conhecesse, principalmente se você for brasileiro.

10.Coeur de Pirate
Adieu
Tava na internet buscando alguém fazendo cover de Françoise Hardy quando me deparo com um cover de Tous Les Garçons feito por uma banda chamada Coeur de Pirate. Odiei o cover que eles fizeram, mas por alguma razão pesquisei as músicas autorais da banda, então achei o vídeo de Adieu. Quando dei play... OMG é o Niels Schneider! Ele atua no vídeo da banda; aquele mesmo moço que fez Amores Imaginários. Gostei do vídeo, gostei da música. 



Vamos falar de música boa, voz masculina suave e uma tonalidade de melancolia. É a banda favorita da viagem constate de ônibus publico do professor "em crise" da história "O Homem que fugiu pra lua" e claro, uma das minhas bandas favoritas do momento. Enfim, estamos falando da banda Old Man Canyon.


A banda indie folk emergiu na cena alternativa no início de 2012. O EP de estreia, "Phantoms & Friends" ganhou elogios de AudioTree, a sua abordagem autêntica à criação musical coloca pensamentos comoventes e contemporâneos. A vontade de quebrar as regras folclóricas contribui para essa autenticidade. Pace (vocalista) começou "Delirium" na solidão de seu porão, gravando todos os instrumentos em um pequeno estúdio. Ele acabou com mais de 300 canções.


"O processo de gravação às vezes é solitário, mas o que a solidão fornece também: é muito libertador. Eu posso criar tudo sozinho e como eu quero"



Enquanto "Phantoms & Friends" está enraizada em um som folk-pop, comparável a bandas como Chet Faker e Fleet Foxes. Delirum é uma evolução em estilo e gênero, trazendo novos elementos que são um destaque a parte aos shows ao vivo.



 "Meu processo e interesses de escrita mudaram completamente. Por isso, inevitavelmente, a dinâmica e energia das músicas mudaram."


Pace envolve vocais em falsete e ruídos em "Sugar City", mas alivia o ambiente com uma corrente de funk em "Always Love". "Back to the start" é o novo vicio musical das paradas e claro, não só esta canção, como o álbum inteiro não para no meu celular.



A pernambucana Karina Buhr voltou ao mercado fonográfico mais feroz do que nunca em Selvática. Confrontando não só o machismo, mas o conformismo feminino, Karina luta por consciência não só por parte dos homens, mas principalmente de parcela da população feminina que ainda não está sensibilizada em relação a própria libertação; nos versos de Eu Sou Um Monstro a artista diz “Mulher, tua apatia te mata. Não queira de graça o que nem você dá pra você.”.
Pic Nic é de longe a minha faixa favorita, soa como um diálogo entre classe dominante e oprimidos, a vida de quem dá duro pra conseguir o pão de cada dia e a vida de quem não precisa se esforçar tanto por pertencer a um classe dominante e opressora. A faixa título do disco encerra o álbum como um tipo de manifesto que ao mesmo tempo é oração, evangelho das bruxas e apelo “Não ferirás nenhum corpo por ser feminino com faca ou murro ou graveto! [...] E no final ideal não terás domínio sobre mulher alguma! Ela come a selva de fora! Ela vem da selva de dentro! Ela vale a própria hora! Ela vale o pensamento”. Explicita elementos culturais opressores de nossa realidade, desde os hábitos cotidianos aos princípios de um discurso religioso que tem no patriarcado sua força motriz. Selvática (onde Karina está mais afiada) é o resultado de reflexões já presentes em seus trabalhos anteriores e que dessa vez vai mais fundo ainda, põe o dedo na ferida e confronta o cotidiano brutal dos brasileiros e, principalmente da mulher brasileira.

          Nos 45 do segundo tempo de 2015 uma galera mais alternativa (digamos assim...) da música japonesa lançou material novo e alguns deles chamaram muito minha atenção. Vídeos que amei logo de cara! Então escolhi alguns pra apresentar a vocês.
Na devida seleção apresento a vocês os vídeos de ACO, Emi Nakamura, Atata, Sekai No Owari e, meu favorito da lista, Radwimps. Tudo que postei aqui sobre música asiática até agora está mais ligado ao universo dos idols, por isso achei legal mostrar isso já que a J-music não se resume a cantoras pop e é bem diversificada. Enfim, aproveitem que esse som é bem legal...




            Troye Sivan, 20, é um ator e cantor australiano nascido na África do Sul. O moço lançou seu álbum de estreia, Blue Neighbourhood, em Dezembro de 2015. Além de talentoso, o moço faz um som pop muito gostoso de ouvir e com letras bem sinceras também. Costumam associar sua sonoridade a cantora Lorde, mas como a única coisa que conheço da moça é a música Royals, nem sei dizer se tais comparações tem fundamento, enfim...

O caso é que pra promover Blue Neighbourhood, Troye lançou 3 videoclipes interligados. O início, o meio e o fim, respectivamente, de uma história de amor entre dois jovens que se conhecem e se gostam desde criança. As faixas, em ordem de coerência com o roteiro criado são Wild, Fools e Take Me Down. Ele é bem jovem, tem uma voz linda, acho que a gente ainda vai ouvir falar muito dele (espero)...


Ah, se você se interessou por ele, vai gostar de saber que ele tem um canal noYoutube e posta vídeos lá com bastante frequencia. Dá pra conhecer mais sobre ele e muito mais sobre seu novo trabalho.