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Um cara foda decidiu fazer retratos de moradores de rua em preto e branco, e o resultado é esse: Sombrio, interessante e belo.

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Lee Jeffries começou sua carreira um fotógrafo de esportes, capturando o que tem de belo em jogos de futebol em Manchester. Em seguida fotografou uma mulher sem-teto que vivem nas ruas de Londres e essa foto mudou sua vida para sempre. Desde então, ele dedicou-se a fazer retratos de desprivilegiados.

Suas obras pode ser privilegiada na sua galeria via Flickr onde compartilha milhares de retratos, quase sempre em preto e branco. Ricos em detalhes e sentimentos. E se você curtiu muito, mas não tem ma conta no flickr, então tenho uma outra alternativa para seguir o trabalho lindo dele. Conhecem o instagram? haha (@Lee_Jeffries)


Cães, o melhor amigo do homem. É fiel. É compreensível. Não tem preconceito por cor, raça, orientação sexual ou classe financeira. Não está afim de nada alem do seu amor e afeto. Mas ha quem abandona essas criaturas tão amada depois de velhos, ou depois de alguma "sapequice" ou por ter enjoado do bichinho. E pior, tem quem maltrata. Mas há quem cuide deles. Quem o protege, o alimentam, e os deixam lindos esperando um novo lar. Em todo o mundo, milhões de cães estão em abrigos após de ser abusados, abandonados ou negligenciados. Embora tenham um lugar seguro para viver, esses bichinhos não são felizes. Eles buscam por um dono, para brincar o maximo que conseguirem. 
Callie

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A fotógrafa norte-americana Traer Scott decidiu fotografar esses animais como forma de chamar a atenção e incentivar a adoção responsavel de cães. E esse trabalho não tinha como não ficar lindo e magico. Feito em preto e branco, a serie mostra em close cães em abrigos e suas expressões tristonhas, cheias de dor e esperança. 



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Chewy

Traer Scott é uma premiada fotógrafa e autora de seis livros, incluindo: Creatures of the Night (Princeton Architectural Press, 2014) e seu mais recente lançamento; Os cães do abrigo e Suas Histórias (Princeton Architectural Press, Fall 2015). Seu lindo trabalho é exibido ao redor do mundo e tem sido destaque na "National Geographic", "Life", "Vogue"e dezenas outras revistas. Ela mora em Providence, Rhode Island com seu marido, filha e cães adotados: um pit bull e um cão basset bebê.

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Dutch

Bandit

Gabriel

Shady

Dar ou não vontade de levar todos eles para casa?? Se curtiu o trabalho lindo de Scott, acesse seu site oficial, aqui.


É uma tarefa muito difícil escolher apenas alguns nomes para compor um artigo de tamanha importância entre os apaixonados por fotografias em preto e branco. Entre as centenas de fotógrafos geniais que tem o nome registrado na história do mundo da fotografia, digamos que foi escolhido alguns que possa atiçar o seu gosto ou sua curiosidade sobre tais fotógrafos. E é claro, que sua opinião tem uma gigantesca importância para esse artigo. Então, se você achou que falta alguém na lista, diga o nome do fotógrafo nos comentários. Beleza? Então, vamos lá.


Elliott Erwitt de Paris, 26 de julho do ano de 1928 é um publicitário e claro, fotografo documental conhecido por suas fotos "maravilhosas e divertidas" preto e branco cheias de #Ironia e situações pra lá de absurdas.

Erwitt estudou fotografia e cinema na "Los Angeles City College" e na "New School for Social Research" terminando a sua formação nos anos 50. No mesmo ano, trabalhou como fotógrafo para o exército americano. E teve como influência os fotógrafos "Edward Steichen, Robert Capa e Roy Stryker".







Começou sua carreira como fotógrafo freelancer e fez trabalhos para as revistas Collier’sLookLife e Holiday. Juntou-se à agência Magnum Photos em 1953, o que lhe permitiu fotografar por todo o mundo. Desde 1970, ele dedicou grande parte de sua energia na direção de filmes. Seus longas-metragenscomerciais de televisão e documentários incluem Arthur Penn: The Director (1970), Beauty Knows No Pain (1971), RedWhite and Bluegrass (1973) e o premiado Glassmakers of Herat (1977). (Fonte: Wikipédia). 

fotografias desse fera aqui.

Jerry Uelsman




Famoso por seu trabalho surreal, Uelsmann nasceu em 1934 e se encantou pela fotografia ainda jovem. Dedicou-se as tecnicas fundamentais da pratica ainda no ensino médio, dando continuidade á formação no "Rochester Institute of Technology", onde trabalhou com Minor White e Ralph Hattershey. Décadas  distante das tecnicas de edição de imagens modernas, revolucionou com suas manipulações e foi desaprovado por diversos fotografos da época. Através da combinação de vários negativos, criava imagens unificadas de cenarios impossiveis, mas harmoniosos, subvertendo as expectativas que se costumava ter em relação à fotografia.






Palavras do proprio, ele define sua obra basicamente a fotomontagem, mas sem corte ou colagem, com a imagem final projetada diretamente no papel fotográfico. Até hoje, Uelsmann prefere o Laboratório químico ao Photoshop.


Sally Mann

Sally Mann é nome artístico de Sally Turner Manger. Tornou-se fotógrafa por graduação pela The Putney School, seguindo seus estudos pela Faculdade de Bennington, onde concluiu seu mestrado em Escrita. É polêmica por retratar nus de sua família, especialmente dos filhos.

O início de sua carreira artística tem início na década de 80, quando decidiu fotografar seus três filhos Emmet, Virginia e Jessie, objetivando registrar o crescimento e o desenvolvimento. Suas imagens trazem situações cotidianas encarnadas e representadas pelas crianças, que se tornam seus modelos durante todo o tempo. “Algumas cenas são comuns, testemunhadas por qualquer mãe e dona de casa. Outras são visualizadas previamente, fantasiadas e interpretadas.” – revela. “É uma história complicada e exige que se assumam grandes temas: raiva, amor, morte, sensualidade e beleza. Mas nós dizemos tudo sem medo nem vergonha.

W. Eugene Smith


É um fotógrafo norte-americano que ficou conhecido como um dos mais representativos fotojornalistas da "fotografia humanista". Smith promoveu, com suas fotografias, a realidade em situações críticas, resgatando o drama humano sem concessões e desenvolvendo a série "A vida como ela é!"

No ano de 1952, publicou na revista LIFE a sua mais famosa série: Aldeia Espanhola. Na reportagem, mostrava a rotina de uma vila espanhola deleitosa durante a ditadura de Franco. Foi apresentada na reportagem a pobreza e precariedade do povo do interior, que sofria com o descaso do governo. Essa reportagem teve uma repercussão sem tamanho pelo destaque que a LIFE lhe deu.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Smith registrou a mítica Batalha de Iwo Jima, cobrindo a ofensiva norte-americana no Japão. O que chama atenção em suas imagens é a proximidade que ele teve em registrar o horror. Porém, o fotógrafo pagou um preço alto pela coragem de registrar esse lado da guerra: sofreu um grave ferimento que o fez passar por mais de trinta cirurgias.

Sebastião Salgado


O nosso representante brasileiro, o fantastico Sebastião Salgado nasceu na cidade de Aimorés, em Minas Gerais, no dia 8 de fevereiro de 1944. Ele é o único filho do sexo masculino, entre nove irmãs.. Famoso por registrar a fraqueza humana, referente ao tratamento uns com outros, a relação com a natureza e por fim, o poder da renovação que existe dentro de cada um de nós.

Sebastião descobre no trabalho fotográfico a melhor forma de enfrentar os acontecimentos planetários, principalmente em seus aspectos econômicos. É seguindo por este caminho que ele se transforma em um dos principais e mais venerados fotógrafos da atualidade, no campo do fotojornalismo. Desde os primeiros momentos ele se dedicou a retratar os excluídos, os que se encontram à margem da sociedade.



Adepto das fotos em branco-e-preto, voltou para Paris, em 1973, aí dando início à sua trajetória nesta nova profissão. Seus primeiros trabalhos foram realizados como ‘free lance’, abordando desde o clima seco no perímetro africano de Sahel de Níger, a imigrantes assalariados europeus. Sebastião passou pelas principais agências fotográficas da Europa – a Gamma, em 1974, registrando imagens sobre a Revolução dos Cravos, em Portugal; a Sygma, de 1975 a 1979, através da qual ele transitou por mais de vinte países, fazendo a cobertura dos mais variados acontecimentos; a Magnum Photos, em 1979, cooperativa instituída por Robert Capa e Henri Cartier-Bresson, entre outros fotógrafos, na qual realizou a fantástica sequência de fotos documentais sobre camponeses latino-americanos, durante sete anos. Este registro deu origem ao seu primeiro livro, Outras Américas, lançado em 1986.




Fique por dentro do trabalho no seu portfolio oficial aqui. O artigo está ficando por aqui, mas você pode continuar citando outras mentes geniais, ou mentes bizarras, ou talvez só um fotógrado brilhante dessa tematica tão sombria e cheia de historias que são as fotos em preto e branco.


Take me to church @blackjamesblando

Vamos fazer uma coisa ainda mais divertida, se você, assim como eu, que se arrisca em fotografias em preto e branco com essa temática misteriosa, mande sua foto aqui nos comentários, que as melhores serão postada na nossa pagina no facebook. Se ainda não curte a pagina, clique aqui